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domingo, 7 de dezembro de 2025

NICO MORENO

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A estética, a técnica e a filosofia do DJ Nico Moreno

Nico Moreno é um dos nomes mais representativos da nova geração do hard/industrial techno europeu, reconhecido por uma identidade sonora agressiva, uma presença de palco intensa e uma proposta artística que vai muito além da pista de dança. Sua obra se constrói no encontro entre estética sombria, técnica de alta precisão e uma filosofia existencial ligada à catarse coletiva.


1. Estética: o corpo, a noite e o colapso da ordem

A estética de Nico Moreno é marcada por três eixos centrais: escuridão, brutalidade e trance industrial.

Visualmente, seus sets dialogam com:

  • Luzes estroboscópicas duras, quase clínicas.

  • Ambientes de clube que lembram fábricas, galpões e espaços abandonados.

  • O corpo do público como parte do espetáculo: suor, movimento repetitivo, resistência física.

Essa estética não busca o “belo clássico”, mas sim o impacto sensorial. O visual conversa diretamente com o som: tudo é feito para provocar uma sensação de imersão total, onde o indivíduo se dissolve no fluxo coletivo da batida.

Há forte influência de:

  • Cultura rave underground.

  • Estética cyberpunk e industrial.

  • Filosofias ligadas ao caos, à entropia e à quebra de estruturas rígidas.

Na prática, o clubbing deixa de ser entretenimento leve e se transforma em ritual urbano de descarga emocional.


2. Técnica musical: pressão sonora como linguagem

Tecnicamente, Nico Moreno constrói seus sets com extrema precisão e controle de energia. Seu som se caracteriza por:

  • BPMs elevados (geralmente entre 145 e 155).

  • Kick pesado, distorcido, frontal.

  • Uso frequente de:

    • Rumbles industriais

    • Screeches metálicos

    • Texturas ásperas

    • Vocais processados como fragmentos de máquina

Construção do set

Ao contrário de DJs que trabalham com curvas suaves, Nico Moreno aposta em:

  • Clímax contínuo

  • Poucas quedas longas

  • Pouco “respiro” entre faixas

Isso gera um efeito de tensão permanente, como se a pista estivesse sempre à beira do colapso. A técnica aqui não é exibicionista no sentido clássico, mas sim funcionalmente brutal: tudo serve para manter o público em estado de alerta físico e emocional.

Seu domínio está especialmente em:

  • Mixagens rápidas

  • Transições agressivas

  • Manipulação de filtros e distorção para potencializar explosões sonoras

A técnica, portanto, não é apenas habilidade mecânica — é engenharia de impacto psicológico.


3. Filosofia: o techno como catarse e resistência

A filosofia artística de Nico Moreno se ancora em uma visão muito clara:
o techno não é apenas música — é experiência limite.

Seu trabalho expressa três ideias centrais:

a) O corpo como instrumento

Na pista, o corpo não é espectador:
ele é participante ativo. O esforço físico, o cansaço, o suor, a repetição dos movimentos fazem parte da obra. Há quase uma leitura nietzschiana nisso: o corpo se fortalece na adversidade, na intensidade, no excesso.

b) A pista como espaço de libertação

O ambiente industrial, o volume extremo e a batida constante criam um estado próximo ao transe. Nesse estado:

  • As identidades sociais se suspendem.

  • As hierarquias se apagam.

  • Todos são reduzidos a pulso, corpo e movimento.

Isso dialoga com a ideia do techno como ritual contemporâneo, onde a função não é apenas divertir, mas liberar tensões acumuladas pela vida moderna.

c) Resistência ao techno comercial

A filosofia de Nico Moreno também é um posicionamento político-cultural:

  • Defesa do underground

  • Rejeição à pasteurização do techno

  • Afirmação de um som sem concessões ao mainstream

Seu som não busca agradar — busca confrontar.


4. Entre a máquina e o humano

Talvez o aspecto mais profundo de sua obra seja a contradição central que ela carrega:

O som é mecânico, mas o efeito é profundamente humano.

As batidas são frias, industriais, quase desumanas. Mas a resposta do público é emocional, física, catártica. Esse paradoxo cria uma espécie de poética do ferro e do suor, onde a máquina serve para liberar aquilo que há de mais visceral no ser humano.


Conclusão

Nico Moreno é mais do que um DJ de hard techno. Ele representa:

  • Uma estética da ruptura

  • Uma técnica orientada à intensidade máxima

  • Uma filosofia da pista como ritual de libertação e resistência

Seu trabalho aponta para um techno que não quer ser conforto, mas sim experiência-limite — um lugar onde o excesso deixa de ser erro e se torna linguagem, onde o corpo encontra, na repetição brutal da batida, uma forma primitiva e poderosa de existir.



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quinta-feira, 25 de setembro de 2025

LOST MY METH / ÁLBUM DO DJ HERMETH

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🎞 CINEFILIA
🏈NFL
🎞 LISTA DE FILMES: HORROR/OCULTISMO

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Hermeth é um DJ produtor de electro, ghetto tech e breaks desde 2019, tendo assinado com o selo Brainwaves, sediado em Genebra, Suíça. Instagram

O álbum “Lost My Meth” (2020), do DJ Hermeth, traz uma proposta que combina um estilo musical pesado, experimental e ácido com um tom provocativo no próprio título. 

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🎧 Estilo musical de Hermeth

Hermeth se posiciona dentro da cena eletrônica com forte influência do acid techno, acid house e breakbeat industrial. Algumas características marcantes:

Uso do sintetizador TB-303 (típico do acid techno), criando linhas de baixo distorcidas e repetitivas.

Ritmos rápidos, agressivos e hipnóticos, que remetem tanto ao underground europeu quanto a elementos do hard techno.

Texturas sonoras densas e abrasivas, que constroem uma atmosfera caótica, quase paranoica.

Remixes como o de “Chameleon – DJ Frankie Remix”, que expandem a sonoridade e conectam Hermeth a uma rede colaborativa da cena.

Esse estilo transmite uma energia quase cósmica e visceral, um mergulho em sons que oscilam entre a libertação do corpo (pela dança) e a opressão da máquina (pela repetição e dureza dos beats).

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O título “Lost My Meth” pode ser lido em camadas simbólicas:

Crítica à alienação – A metáfora da perda da “metanfetamina” não precisa ser literal, mas pode simbolizar a perda de um vício, de uma ilusão ou de uma muleta mental. É um título que carrega ironia: perder algo destrutivo pode ser, paradoxalmente, uma libertação.

Caos e transformação – A estética ácida da música reflete uma busca pela dissolução do eu, como se Hermeth traduzisse em som a experiência da desordem psíquica, próxima de conceitos de Nietzsche sobre a “necessidade do caos para gerar uma estrela dançante”.

O corpo como resistência – As batidas repetitivas funcionam como um mantra mecanizado, colocando o ouvinte em transe. Filosoficamente, isso ecoa Foucault e Deleuze: a música eletrônica como prática corporal que pode tanto aprisionar quanto libertar, dependendo do modo de escuta.

O camaleão como símbolo – A faixa “Chameleon” sugere adaptação e transformação, algo essencial à sobrevivência em um mundo instável. Filosoficamente, pode ser lido como a fluidez identitária do sujeito pós-moderno: nunca fixo, sempre em mutação.

O número “4C48” – soa como um código, um enigma. Pode remeter à desumanização tecnológica: a identidade do sujeito reduzida a um código maquínico. É a fusão entre humano e máquina, tema clássico do pensamento pós-humano.

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📌 Conclusão

“Lost My Meth” é mais do que um álbum de acid techno: é uma experiência estética de choque e transgressão. Hermeth trabalha o som como um ritual de desconstrução, onde o corpo se perde na repetição para talvez encontrar uma forma de catarse.


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sábado, 21 de outubro de 2023

REPROGRAMAÇÃO 21 10 2023

[REPROGRAMAÇÃO]

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MÚSICA ELETRÔNICA MINIMALISTA

📻 Ouvi Kodak Ghost Poems - Rafaelle Serra

Raffaele Serra é mais conhecido por seus trabalhos solo produzidos durante os anos 80: "Kodak Ghost Poems", "Ritual in Transfigured Time", "Music for the Heart and the Memory" e muitos outros. Na década de 90 lançou dois CDs com seu aclamado novo projeto Five Thousand Spirits: "A Tapestry for Sourceres" pelo selo Hic Sunt Leones de Alio Die, e "Mesmeric Revelation" pelo selo americano Crowd Control Activities.

Youtube - Rafaelle Serra

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LISTA DE FILMES

Hoje encontrei perdido em um HD uma lista antiga de filmes em formado doc. Passei algumas horas atualizando o Letterboxd com os filmes antigos que tinha visto, alguns deles foram lançados na lista em 2009.



domingo, 18 de junho de 2023

REPROGRAMAÇÃO 18 06 2023

[REPROGRAMAÇÃO]

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MÚSICA

Muadeep [Spotify] [Bandcamp] [Linktree] - Projeto do DJ alemão Patrick Schmidtt (MUADEEP). Ele combina habilmente samples antigos de diferentes gêneros e os apimenta com batidas de hip-hop e linhas de baixo (bassline) 808. Escutar Muadeep é fazer uma viagem por diferentes épocas e continentes. 

Obs: O Bass line, ou seja a linha de baixo, ou as frequências graves que compõe a música eletrônica. É um dos elementos principal da música eletrônica. Podemos criar linhas de Bass Line utilizando sintetizadores como Sylenth1 ou o FM8 da Native Instruments.


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sábado, 17 de junho de 2023

REPROGRAMAÇÃO 17 06 2023

 
[REPROGRAMAÇÃO]

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GODZILLA / LEITURAS / PESQUISAS

Hoje finalmente foi criado neste blogue um espaço dedicado aos Kaiju movies, em especial para o grande Godzilla, a maior franquia de filmes de monstro da história.

As férias se aproximam e a pilha de quadrinhos, filmes, séries e animações para assistir só aumentam. Nesta semana ainda pretendo concluir a série Lukas Reborn da Bonelli e vou continuar desenvolvendo as pesquisas em torno da franquia Godzilla.

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MÚSICA

📻Carbon Based Lifeforms - (Site Oficial) (Spotify) (Bandcamp) (Wiki) - Carbon Based Lifeforms é uma dupla sueca de música eletrônica formada em Gotemburgo em 1996 por Johannes Hedberg e Daniel Vadestrid

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Loja de quadrinhos para conhecer quando for a Fortaleza: Reboot Comic Store no Shopping Benfica.

Endereço: Shopping Benfica: Seg. a Sáb: 10h às 22h // Dom: 13h às 21h.

WhatsApp - (85) 98827.2429

Instagram

Site: Reboot Comic Store

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domingo, 1 de janeiro de 2023

REPROGRAMAÇÃO 01 01 2023

 
[REPROGRAMAÇÃO]

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ÁLBUNS QUE OUVI HOJE

EDLX​.​058 New Horizon de JK Flesh ★★★★


JK Flesh é o apelido do músico inglês Justin Broadrick (1969) empregado para seu trabalho solo na música eletrônica. O uso do título por Broadrick remonta ao seu trabalho na década de 1990 com Kevin Martin em Techno Animal, mas ele lançou um álbum de estúdio solo como JK Flesh em 2012. (JK Flesh no Spotify / Bandcamp).

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Learn the Hard Way por JK Flesh 
★★★★★

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SITES ACESSADOS

A Hipóstase dos Arcontes [Gnosis.org]
Jung e o Liber Novus [Site]
Scantsa (Blogue privado).
Mano Organizado Wordpress [Site]
Mago do Tempo (Site)
Philemon Foundation (Site)
Ryoji Ikeda [Site] [Youtube] [Instagram]
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domingo, 15 de agosto de 2021

REPROGRAMAÇÃO 15 08 2021

 

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ÁLBUNS / MÚSICAS QUE OUVI

💿KoЯn - Em 1994, os Korn lançam o seu primeiro álbum: Korn. Na altura, chegou às lojas como ilustre desconhecido, mas atualmente é considerado um marco pois lançou as bases do nu metal, um das ramificações do rock mais difundidas no final dos anos 1990 e início do século XXI. Deste álbum, podemos enumerar "Blind", "Clown", "Faget" e "Shoots and Ladders" tendo este último single sido nomeado para um Grammy de 1997 na categoria de Melhor Desempenho de Metal.

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💿Faded - "Faded" é uma canção gravada pelo produtor e DJ norueguês Alan Walker, gravada para o seu primeiro álbum de estúdio Different World. Incorporando vocais de apoio fornecidos pela artista norueguesa Iselin Solheim, o single seria originalmente lançado em 25 de novembro de 2015, mas foi adiado para 3 de dezembro do mesmo ano. A música foi bem-sucedida, ficando entre as dez melhores canções na maioria dos países em que foi lançada, e alcançando o primeiro lugar em mais de 10 países. Até o final de julho de 2018 o videoclipe contava com mais de 1,8 bilhões de visualizações, sendo um dos 35 vídeos mais vistos do YouTube.

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SITE PESQUISADO

Kerrang - A História do Nu Metal em 14 canções. (Site em Língua Inglesa)



sexta-feira, 9 de abril de 2021

Popcorn

 

"Popcorn" é uma música instrumental composta em 1969 por Gershon Kingsley (1922-2019) que ficou famosa na década de 1970, quando foi interpretada por vários artistas, bandas e orquestras. 

É considerada a pioneira da música eletrônica, devido ao fato de ser uma das primeiras músicas acompanhadas amplamente por sintetizadores, algo até então impensável para época.

🔊 Filmes que abordam o universo da Música Eletrônica.

🔊 Minha página especial sobre música eletrônica.



terça-feira, 29 de dezembro de 2020

REPROGRAMAÇÃO 29 12 2020

[REPROGRAMAÇÃO]

À tarde fiz pesquisa sobre Eliane Radigue (1932), vencedora do Prix Ars Electronica de 2006 e uma das mais prestigiadas compositoras de música eletrônica francesa. 

O álbum Triptych (2009) de acordo com a autora tem inspiração nos quatro elementos: ar, água, fogo e terra. Ondas oscilantes com tons quase imperceptíveis que gradualmente se aprofundam e ampliam a sonoridade. Esse sussurrar flutuante eventualmente desaparece na massa de sons que retratam um batimento cardíaco de alguns simulacros mecânicos.

 






sábado, 5 de dezembro de 2020

REPROGRAMAÇÃO 05 12 2020

Pela manhã ouvi Errant Bodies de Chloe Lula, Corpse To Corpus de Andi Harriman e Conjurer de RAUM.

Acessei também o blogue Flaming Pablum do escritor freelancer novaiorquino Alex.

Por volta das 10 da manhã comecei a ver e ouvir a apresentação de Anetha e sua seleção para o show no Skate Cafe em Amsterdam. Show exibido no canal Boiler Room.



Pixzer

Lista Para Ouvir

Fonte: No Exit #13 - Lista da DJ Chloe Lula "Lista para ouvir pensando em Twin Peaks"

Gênero: Shoegaze/Doom/Dark Ambient Jazz

🔉 Bowery Electric - Inside Out

🔉 Bohren & Der Club of Gore - Gore Motel 

🔉 No Zen Orchestra - Yuga (Sweet Meat)

🔉 Troller - Milk

🔉 Les Rallizes Dénudés - 不明 (踏みつぶされた優しさ)

🔉 A Black People - The Hermit

🔉 Nite Fields - Fill the Void

🔉 Bowery Electric - Another Road

🔉 The Chills - Pink Frost

🔉 Stereolab & Nurse With Wound - Simple Headphone Mind

🔉 Bauhaus - Third Uncle   

   






domingo, 8 de novembro de 2020

REPROGRAMAÇÃO 08 11 2020

Domingo 

Após assistir a apresentação de Helena Hauff e L.F.T.F no HOR Berlin selecionei algumas faixas para ouvir novamente depois. Acima eu coloquei a faixa de Ben Pest --Mouth Lawson em destaque. A apresentação é uma das melhores já disponíveis no canal HOR Berlin e fica até difícil separar as melhores faixas, uma vez que o conjunto foi muito bem selecionado.
 
5:13 - Rogue Filter - That's Right
53:46 - The Exaltics: The Hunch (The Exaltics' Annihilate The Planet)
1:36:45 - Ben Pest -- Mouth Lawson 
1:19:00 - Assembler Code & Jensen Interceptor - Noise Theory (Thanks C.elegans!)
1:44:18 - Exzakt and BFX - Close (Thanks, dawidstoszko!)  
1:47:42 - Nite Fleit - Can't You See (Thanks, cade gannon and Jeffrey Bay-B!)
1:52:06 - Nite Fleit - Rebel Faction (Thank you, getbakedtonight!)
 
 
 
 
 
 

domingo, 30 de agosto de 2020

REPROGRAMAÇÃO 30 08 2020


Hoje pela manhã parei para ouvir algumas músicas do guitarrista de Jazz Grant Green (1935-1979).

[11:12] Ainda pela manhã ouvi algumas músicas de Delia Derbyshire (2001), incluindo a música tema de Doctor Who. Delia Ann Derbyshire (1937-2001) foi uma compositora pioneira de música eletrônica e música concreta inglesa.