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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

CHARRED REMAINS / CANÇÃO DO ÁLBUM SEVERED SURVIVAL (1989) / BANDA AUTOPSY

 

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Formada em 1987 na Califórnia por Chris Reifert (ex-baterista do Death), o Autopsy é uma das bandas mais influentes do death metal primitivo. Ao lado de Eric Cutler e Danny Coralles, Reifert ajudou a moldar um som mais lento, arrastado, sujo e grotesco do que o death metal técnico que começava a surgir na época.

Os álbuns Severed Survival (1989) e Mental Funeral (1991) tornaram-se pilares do death metal e também influenciaram o desenvolvimento do death/doom. A estética da banda sempre esteve centrada na decomposição, doença, putrefação e morte física — não como metáfora espiritual elevada, mas como experiência brutalmente material.

https://pbs.twimg.com/media/EWPIfiPXYAEDNRy.jpg


🔥 Análise Filosófica e Literária de “Restos Carbonizados / Charred Remains” (Autopsy)

A abertura apresenta uma inversão simbólica fundamental:

“Burning from the inside out / Bloody foam spews from your mouth”

"Queimando de dentro para fora / Espuma sangrenta jorra da sua boca"

o fogo não vem de fora, mas de dentro. Isso pode ser lido filosoficamente como metáfora da autodestruição interna — doença, colapso biológico, corrupção interna da matéria. O horror não é externo; é inerente ao próprio corpo.

A letra insiste na degradação progressiva:

  • “Flesh drip from your face”

  • “Eyeballs melt into their sockets”

  • “Blood boils over, warping veins”

Aqui temos uma estética do grotesco extremo, próxima do que Mikhail Bakhtin chamou de “realismo grotesco”: o corpo é mostrado aberto, dissolvido, fluido. Não há integridade corporal. O corpo humano deixa de ser forma estável e torna-se matéria instável, líquida, em transformação.

🧠 Filosofia da Materialidade Radical

O verso final —

“Until nothing is left but charred remains”

é quase uma tese ontológica: o destino final da vida é a redução a resíduo carbonizado.

Não há transcendência. Não há alma. Não há redenção.

A música assume uma posição que podemos chamar de materialismo extremo. O ser humano é carne, sangue, ossos e fluidos. E quando a vida termina, resta apenas carbono. Essa perspectiva confronta diretamente tradições religiosas que prometem continuidade após a morte.

🔥 Fogo como Agente Filosófico

O fogo na letra funciona como força purificadora invertida. Em muitas tradições, o fogo simboliza purificação espiritual. Aqui, ele é pura destruição biológica.

O processo descrito é quase científico:

  • carne derrete

  • sangue ferve

  • ossos colapsam

  • cérebro derrete

É a entropia em ação. A música pode ser lida como uma dramatização da segunda lei da termodinâmica aplicada ao corpo humano: tudo tende à degradação.

🎭 Dimensão Existencial

O trecho:

“Twisting and writhing as life burns away”

Contorcendo-se e debatendo-se enquanto a vida se consome 

introduz sofrimento consciente. O horror não é apenas físico — é experienciado. O sujeito percebe sua própria dissolução. Isso cria uma dimensão existencial: o ser humano é forçado a assistir à própria aniquilação.

Esse tipo de representação ecoa um existencialismo sombrio, onde a consciência não traz salvação, apenas intensifica o horror da finitude.


📚 Conclusão Crítica

A “Charred Remains” do Autopsy não é apenas gore gratuito. É uma estética que leva o materialismo ao limite. O corpo é desmontado verso por verso até virar resíduo.

Se outras tradições artísticas buscam sublimar a morte, o Autopsy faz o oposto: desublima. Remove qualquer romantização.

O resultado é uma arte perturbadora que obriga o ouvinte a encarar algo que a sociedade tenta esconder:
a morte como processo físico brutal, inevitável e absolutamente material.

É desconfortável — e exatamente por isso é filosoficamente potente.

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LETRA COMPLETA 

Canção: Charred Remains

Álbum: Severed Survival (1989)

Buring from the inside out

Bloody foam spews from your mouth

Smell the putrid stench of flesh

As it burns you to your death

Feel the flesh drip from your face

Turing black, vision fades

Eyeballs melt into their sockets

Involuntarily set ablaze

Gutwrenching screams fill the air

The rancid smell of burning hair

Screaming in excruciating pain

Blood boils over, warping veins

Burnt skull collapses onto melting brains

Spontaneous death, up in flames

Twisting and writhing as life burns away

Until nothing is left but charred remains



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sexta-feira, 9 de maio de 2025

MENTAL FUNERAL (1991) / ÁLBUM DA BANDA AUTOPSY (DEATH METAL)

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O Autopsy é uma das bandas mais viscerais e influentes do death metal, surgida no final dos anos 80 na Califórnia. Liderados pelo inconfundível Chris Reifert, ex-baterista do Death, eles pavimentaram um caminho sonoro brutal e pútrido, com letras que exploram o horror da morte e da decomposição de forma gráfica e perturbadora. A sonoridade característica do Autopsy mistura riffs pesados e lentos com momentos de velocidade e caos, criando uma atmosfera densa e sufocante.

Agora, vamos mergulhar nas doze faixas de "Mental Funeral":

  1. "Twisted Mass of Burnt Decay" (2:15): A faixa de abertura já te joga de cabeça no universo macabro do Autopsy. Com um riff inicial lento e arrastado, a música rapidamente ganha intensidade com a bateria implacável de Reifert e os vocais guturais e cavernoso. É um cartão de visitas perfeito para o álbum, estabelecendo o tom sombrio e a atmosfera de putrefação.

  2. "In the Grip of Winter" (4:08): Uma faixa mais cadenciada e atmosférica, "In the Grip of Winter" explora um lado mais melancólico e opressor do Autopsy. Os riffs são densos e carregados de doom, criando uma sensação de frio e desespero. O vocal de Reifert soa ainda mais torturado, transmitindo agonia e sofrimento.

  3. "Fleshcrawl" (0:36): Um interlúdio rápido e brutal, "Fleshcrawl" é um ataque sonoro direto e sem rodeios. Com um riff simples e agressivo e um vocal urrado, a faixa serve como uma breve descarga de violência antes de mergulharmos novamente em atmosferas mais elaboradas.

  4. "Torn from the Womb" (3:19): Retornando à sonoridade mais tradicional do death metal, "Torn from the Womb" apresenta riffs rápidos e pesados, com mudanças de ritmo que mantêm o ouvinte engajado. A letra, como de costume, explora temas de nascimento grotesco e horror corporal.

  5. "Slaughterday" (4:04): Um dos clássicos do álbum, "Slaughterday" é um hino de brutalidade. O riff principal é memorável e devastador, e a música possui uma energia contagiante, mesmo em meio à temática sombria. Os solos de guitarra sujos e caóticos adicionam uma camada extra de insanidade.

  6. "Dead" (3:18): Direta e implacável, "Dead" é uma faixa que não perde tempo. Com riffs rápidos e agressivos e uma bateria frenética, a música evoca a sensação de urgência e inevitabilidade da morte. O vocal de Reifert soa particularmente raivoso e desesperado.

  7. "Robbing the Grave" (4:20): Uma faixa mais elaborada, "Robbing the Grave" apresenta mudanças de ritmo interessantes e riffs que variam entre o peso e a melodia sombria. A letra explora a profanação de túmulos e a morbidez da obsessão pela morte.

  8. "Hole in the Head" (6:03): A faixa mais longa do álbum, "Hole in the Head" é uma jornada sonora através do horror. A música constrói uma atmosfera opressora com riffs lentos e pesados, intercalados com momentos de explosão e caos. O vocal de Reifert varia entre o gutural profundo e gritos lancinantes, intensificando a sensação de tormento.

  9. "Destined to Fester" (4:34): Retornando a uma sonoridade mais direta, "Destined to Fester" apresenta riffs rápidos e agressivos, com uma bateria pulsante e um baixo proeminente. A letra aborda a inevitabilidade da decomposição e o horror da carne em putrefação.

  10. "Bonesaw" (0:45): Outro interlúdio brutal e conciso, "Bonesaw" é um ataque sonoro rápido e visceral, evocando a imagem de um instrumento cortando ossos. É uma breve descarga de violência que prepara o terreno para as faixas finais.

  11. "Dark Crusade" (3:55): "Dark Crusade" apresenta uma sonoridade mais épica e sombria, com riffs melódicos e pesados que criam uma atmosfera de desespero e destruição. O vocal de Reifert soa particularmente carregado de angústia, transmitindo a sensação de uma batalha sombria e sem esperança.

  12. "Mental Funeral" (0:37): A faixa título, embora curta, é um final apropriadamente sombrio e perturbador. Com um riff lento e dissonante e um vocal gutural e cavernoso, a música deixa uma sensação de opressão e insanidade, como se a mente estivesse sendo enterrada viva.

Em suma, "Mental Funeral" é um álbum essencial para os fãs de death metal. Ele solidifica a reputação do Autopsy como uma das bandas mais brutais e inovadoras do gênero, explorando temas de horror e morte de forma visceral e sem concessões. Cada faixa contribui para a atmosfera densa e perturbadora do álbum, tornando-o uma experiência sonora inesquecível (e talvez um pouco perturbadora).


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sexta-feira, 18 de abril de 2025

'MANGLED FAR BELOW" / MÚSICA DO ÁLBUM THE HEADLESS RITUAL(2013) DA BANDA AUTOPSY

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Álbum: The Headless Ritual
Lançamento: 2013

A canção "Mangled Far Below", 2ª faixa do álbum The Headless Ritual (2013) da banda Autopsy revela uma obra de peso lírico e temático profundo, envolta em imagens sombrias que mesclam história antiga, sacrifício ritualístico e reflexões sobre decadência humana e renovação espiritual através da violência. A letra invoca antigas civilizações e seu relacionamento com deuses sedentos por sangue, traçando um paralelo simbólico com a sociedade contemporânea, que, na visão do eu lírico, perdeu a conexão com a sabedoria e vive na sombra de sua própria degeneração. A proposta de retorno à “harmonia” por meio do sacrifício alude a uma crítica brutal ao materialismo moderno e à desumanização, evocando uma espécie de “revolução espiritual” sangrenta, onde o renascimento se dá sobre os corpos dos ignorantes — os "mangled far below".

Do ponto de vista literário, a canção apresenta um vocabulário intenso e narrativo, com figuras simbólicas poderosas: rios de sangue, templos, sombras cancerígenas e cordeiros prestes ao abate. O uso de metáforas e alegorias mitológicas — como o sangue derramado como fonte de equilíbrio — lembra textos religiosos antigos ou épicos apocalípticos. O eu lírico se apresenta como um messias sombrio, alguém escolhido para restaurar a ordem através da destruição. O tom é épico e quase profético, com a construção de um “povo iluminado” que se ergue sob a liderança do narrador. Essa linguagem quase mística sugere influências tanto de ficções religiosas quanto de textos esotéricos e distópicos.

Musicalmente, Autopsy se insere na tradição do death metal com influências do doom, criando um som arrastado, brutal e denso que acompanha perfeitamente o teor da letra. A composição deve alternar passagens lentas e mórbidas com explosões de fúria — refletindo o contraste entre o declínio da humanidade e a ascensão do novo império espiritual de sangue. Os vocais guturais, as guitarras distorcidas e os solos agressivos transmitem uma sensação de urgência, destruição e ritual. "Mangled Far Below" não é apenas uma faixa sobre violência, mas sobre regeneração por meio da ruptura total — uma filosofia cruel, porém apresentada com convicção artística e poder poético. É uma ode sombria ao renascimento pelo colapso, marcada por um niilismo renovador.

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Mangled Far Below

Autopsy

The ancient civilizations

In their temples filled with dread

Were linked together with their gods

By rivers flowing red

Prosperity and power

Gained from bodies without heads


In sacrifice the balance lies

The chosen stricken down

The gods' insatiable lust for death

Had limits never found

Harmony can only exist

With corpses on the ground


Humans squander greatness

The ways of wisdom gone

A cancerous shadow looming

I must bring back the dawn


Selected for this, I am

This world screams inside

The lambs await my coming

I see inside their minds


One by one the open minds

Are standing by my side

Taken from the hand of darkness

For sanity they've cried

Cast aside your past life

You have joined the enlightened pride


[Lead - dc]


The ancient blood will spill again

Our numbers only grow

Our temples raised, our hearts are pure

The power in us flows

I'll lead my people to the sun

The time has come to go

The vultures will feed and I will look down

On the mangled far below

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THE HEADLESS RITUAL / FAIXAS

1. "Slaughter at Beast House" - 6:33

2. "Mangled Far Below" - 3:37

3. "She Is a Funeral"- 7:32

4. "Coffin Crawlers"- 4:32

5. "When Hammer Meets Bone"- 5:34

6. "Thorns and Ashes"- 1:45

7. "Arch Cadaver"  - 4:22

8. "Flesh Turns to Dust"  - 3:27

9. "Running from the Goathead" - 4:29

10. "The Headless Ritual" (instrumental) - 2:24

Duração total do álbum: 44:15


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domingo, 6 de abril de 2025

REPROGRAMAÇÃO 06 04 2025

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ÁLBUNS QUE OUVI HOJE

Blues for the red Sun (1992), 2º álbum de éstudio da banda Kyuss (banda de stoner/heavy metal norte-americana) foi o melhor álbum que escutei hoje. Além dele escutei álbuns das bandas: Autopsy, Vader e Nasum (banda sueca de grindcore formada em 1992). 

À noite escutei pela primeira vez a banda Ne Obliviscaris, banda australiana de metal progressivo de Melbourne. Formado inicialmente como um quarteto em abril de 2003, o grupo foi fundado por Marc "Xenoyr" Campbell e Adam Cooper. 

À tarde e à noite escutei vários álbuns da banda Vader.

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Álbuns de estúdio da banda Vader

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  1. The Ultimate Incantation (1992)
  2. De Profundis (1995)
  3. Black to the Blind (1997)
  4. Litany (2000)
  5. Revelations (2002)
  6. The Beast (2004)
  7. Impressions in Blood (2006)
  8. Necropolis (2009)
  9. Welcome to the Morbid Reich (2011)
  10. Tibi Et Igni (2014)
  11. The Empire (2016)
  12. Solitude in Madness (2020)

Mais detalhes em LastFM


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segunda-feira, 24 de março de 2025

REPROGRAMAÇÃO 24 03 2025

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ÁLBUNS QUE ESCUTEI HOJE

MANHÃ

  • Temple of Shadows (2004) / Angra é uma banda brasileira de power metal e progressive metal formada na cidade de São Paulo em 1991, pelo vocalista, tecladista e multi-instrumentista Andre Matos (1971-2019) e os guitarristas Rafael Bittencourt e André Linhares, após se conhecerem na Faculdade Santa Marcelina, onde cursavam composição e regência.
  • The Sick, the Dying...and the Dead! (2022)/ Megadeth é uma banda americana de thrash metal formada em Los Angeles em 1983 pelo vocalista e guitarrista Dave Mustaine.
  • Open Source / Pedro Henrique "Kiko" Loureiro (Rio de Janeiro, 16 de junho de 1972) é um músico multi-instrumentista, compositor e guitarrista brasileiro. Ao longo de sua carreira musical, ele foi membro de várias bandas, como a banda de thrash metal Megadeth e a banda de power metal Angra. Além de sua discografia com o Angra e Megadeth, já lançou cinco álbuns solo: No Gravity (2005), Universo Inverso (2006), Fullblast (2009), Sounds of Innocence (2012), Open Source (2020).
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INCANTATION
  • Mortal Throne of Nazarene (1994) / 2º álbum de estúdio. Incantation é uma banda americana de death metal fundada em 1989 por John McEntee e Paul Ledney em Johnstown, na Pensilvânia. A formação original contava com John McEntee (guitarra e vocal), Paul Ledney (bateria e vocal), Aragon Amori (baixo) e Brett Mackowski (guitarra). John McEntee é o único integrante da formação original que permanece na banda até os dias de hoje. O primeiro álbum escutei dia 03/03/2025
  • The Forsaken Mourning of Angelic Anguish (EP) (1997) / Incantation
  • Diabolical Contest (1998) / Incantation 
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AUTOPSY
  • Severed Survival (1989) / Autopsy é uma banda de Death metal (1987–1995, 2008, 2009–present) da Califórnia, USA.
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THERION
  • Of Darkness... (1991) / Therion é uma banda de metal sinfônico formada na Suécia em 1987 pelo músico Christofer Johnsson, vocalista, compositor e principal integrante. Seus temas musicais, variam de diferentes mitologias e são baseados em conceitos que variam do ocultismo, magia, de antigas tradições e escritos. No início a banda trabalhava com o gênero death metal e death/doom até abraçar completamente o metal sinfônico a partir de Theli, seu 5º álbum lançado em 1996. 
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TARDE


Blood Incantation é uma banda americana de death metal progressivo de Denver, Colorado, formada em 2011. A banda é formada pelo guitarrista e vocalista Paul Riedl, o baterista Isaac Faulk, o guitarrista Morris Kolontyrsky e o baixista Jeff Barrett. Seu álbum de estreia, Starspawn, foi lançado em 2016 pela Dark Descent Records e recebeu aclamação da crítica de publicações musicais como Decibel e Stereogum.
  • Starspawn (2016) Death Metal / Metal Progressivo
  • Hidden History of the Human Race (2019) Death Metal Técnico / Rock Psicodélico
  • Timewave Zero (2022) Ambiente (Space e Dark ambient sound) Crítica do álbum em inglês no site Decibel.
  • Absolute Elsewhere (2024) Death Metal / Metal Progressivo

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NOITE

Tyrant (2007) Thou é uma banda americana de sludge metal formada em Baton Rouge, Louisiana, em 2005. A formação atual da banda consiste em Bryan Funck, Andy Gibbs, Matthew Thudium, Mitch Wells, KC Stafford e Tyler Coburn. 

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DISCOGRAFIA
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ÁLBUNS DE ESTÚDIO
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  1. Burn the Promised Land (2000) Spotify
  2. Annihilation (2001) Spotify
  3. The Hell's Decrees (2016) Spotify
  4. Under the Sign Of Rebellion (2023) Spotify
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EPs
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  1. At War (1999)
  2. Bringer of War (The Last Stand) (2000) Spotify
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Matéria do Sepulchral Voice Fanzine informando sobre o falecimento do guitarrista do Rebaelliun,  Fabiano Penna (1976-2018) em 2018.

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No restante da noite escutei tudo do Rebaelliun, vou varar a noite escutando o som dos caras. E é isso!!! Acabou por hoje!!!


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