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segunda-feira, 10 de março de 2025

OLD MORNINGS DAWN (2013) / 7º ÁLBUM DA BANDA AUSTRÍACA SUMMONING


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Old Mornings Dawn, lançado em 2013 pela banda austríaca Summoning, marca o retorno da banda após um hiato de sete anos desde o lançamento de Oath Bound (2006). Este álbum continua a tradição do Summoning de criar black metal atmosférico profundamente inspirado na mitologia de J.R.R. Tolkien, mas com uma produção mais refinada e uma abordagem ainda mais épica e melódica. 

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FAIXAS

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1. "Evernight" (instrumental) 2:48

2. "Flammifer" 7:07

3. "Old Mornings Dawn" 9:29

4. "The White Tower" 9:35

5. "Caradhras" 9:31

6. "Of Pale White Morns and Darkened Eves" 8:22

7. "The Wandering Fire" 8:02

8. "Earthshine" 9:33

Duração: 64:27

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COMENTÁRIO DAS FAIXAS DO ÁLBUM

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1. "Evernight" (instrumental) (2:48)

A abertura do álbum é uma faixa instrumental que serve como uma introdução atmosférica ao universo de Old Mornings Dawn. Os teclados criam uma aura mística e melancólica, com melodias que evocam a sensação de um amanhecer distante e eterno. A faixa prepara o terreno para a jornada épica que está por vir, estabelecendo o tom sombrio e grandioso do álbum.

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2. "Flammifer" (7:07)

"Flammifer" é uma referência à "Estrela da Tarde" na mitologia de Tolkien, e a faixa captura a beleza e a grandiosidade desse símbolo. A música é construída em torno de teclados majestosos e uma batida constante que lembra uma marcha solene. Os vocais guturais contrastam com a melodia suave dos teclados, criando uma atmosfera que é ao mesmo tempo sombria e inspiradora. A faixa é uma celebração da luz em meio à escuridão.

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3. "Old Mornings Dawn" (9:29)

A faixa-título do álbum é uma das mais longas e impressionantes. A música começa com uma introdução lenta e atmosférica, que gradualmente se transforma em uma composição épica e envolvente. Os teclados dominam a faixa, criando uma sensação de vastidão e mistério. Os vocais ecoam como se fossem cantos ancestrais, contando histórias de um passado distante. A faixa é uma jornada musical que transporta o ouvinte para um mundo de fantasia e heroísmo.

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4. "The White Tower" (9:35)

"The White Tower" é uma homenagem à Torre de Ecthelion em Minas Tirith, um dos locais mais icônicos na mitologia de Tolkien. A faixa é majestosa e triunfal, com teclados que imitam o som de trombetas heróicas e uma batida constante que lembra uma marcha militar. Os vocais são profundos e poderosos, como se estivessem sendo entoados por um coro de guerreiros. A música transmite uma sensação de grandeza e poder, como se estivéssemos testemunhando o auge de um reino glorioso.

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5. "Caradhras" (9:31)

"Caradhras" é uma referência à montanha maligna na mitologia de Tolkien, e a faixa captura a essência sombria e perigosa desse lugar. A música é lenta e pesada, com teclados que criam uma atmosfera fria e desolada. Os vocais são ásperos e ecoantes, como se estivessem sendo sussurrados pelos ventos gelados da montanha. A faixa é uma das mais atmosféricas do álbum, transmitindo uma sensação de isolamento e perigo.

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6. "Of Pale White Morns and Darkened Eves" (8:22)

Esta faixa é uma jornada musical que evoca a sensação de um dia que nunca termina, com manhãs pálidas e noites escuras. A música é construída em torno de uma melodia repetitiva e hipnótica, com teclados que criam uma atmosfera melancólica e introspectiva. A bateria mantém um ritmo constante, como passos firmes em uma marcha interminável. A faixa é uma das mais emocionais do álbum, transmitindo uma sensação de nostalgia e saudade.

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7. "The Wandering Fire" (8:02)

"The Wandering Fire" é uma faixa que combina todos os elementos que fazem do Summoning uma banda única: teclados atmosféricos, vocais guturais, batidas tribais e uma sensação de grandiosidade sem fim. A música evolui lentamente, criando uma narrativa sonora que parece contar a história de uma jornada épica. A faixa é uma das mais envolventes do álbum, deixando o ouvinte imerso em um estado de contemplação e admiração.

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8. "Earthshine" (9:33)

A faixa final do álbum é uma das mais longas e ambiciosas. "Earthshine" é uma jornada épica que combina teclados majestosos, vocais profundos e uma batida constante que lembra uma marcha solene. A música transmite uma sensação de grandiosidade e mistério, como se estivéssemos testemunhando o fim de uma era e o começo de uma nova. A faixa é um fechamento perfeito para o álbum, deixando o ouvinte imerso em um estado de contemplação e admiração.

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Considerações Finais:

Old Mornings Dawn é um álbum que continua a tradição do Summoning de criar black metal atmosférico profundamente inspirado na mitologia de Tolkien. O álbum é uma jornada épica que combina teclados majestosos, vocais guturais e uma produção atmosférica que transporta o ouvinte para um mundo de fantasia e heroísmo. Cada faixa contribui para a narrativa geral do álbum, criando uma experiência sonora que é única e atemporal. É um álbum essencial para fãs de metal atmosférico e para aqueles que apreciam a riqueza da mitologia tolkieniana.



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SUMMONING

 

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Summoning é uma banda austríaca de black metal atmosférico fundada em 1993 por Silenius (Michael Gregor) e Protector (Richard Lederer). A banda é conhecida por sua abordagem única ao gênero, incorporando elementos de música ambiental, neofolk e dungeon synth, criando uma atmosfera épica e medieval. A estética de Summoning é profundamente influenciada pela obra de J.R.R. Tolkien (1892-1973), autor de O Senhor dos Anéis e O Silmarillion. As letras e a temática das músicas são quase inteiramente baseadas no universo tolkieniano, explorando paisagens mitológicas, batalhas épicas, reinos perdidos e a luta entre luz e escuridão.

A sonoridade de Summoning é caracterizada por guitarras distorcidas, teclados atmosféricos, vocais guturais e batidas programadas, que juntos criam uma sensação de grandiosidade e mistério. A banda evita a estrutura tradicional do black metal, optando por composições longas e repetitivas que imergem o ouvinte em um mundo fantástico e sombrio.

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ÁLBUNS DE ESTÚDIO

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Lugburz (1995) (Ver análise detalhada)

Estilo: Black metal tradicional.

Comentário: O álbum de estreia de Summoning ainda está mais próximo do black metal clássico, com guitarras rápidas e vocais agressivos. A influência de Tolkien já está presente, mas a atmosfera épica que viria a definir a banda ainda não está totalmente desenvolvida. 

Obs: Lugburz é o nome que a Língua Negra de Mordor dava à torre de Barad-dûr, de O Senhor dos Anéis, de J.R.R. Tolkien. Significa "torre escura" no idioma negro. 

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Minas Morgul (1995) (Ver análise detalhada)

Estilo: Black metal atmosférico.

Comentário: Este álbum marca a transição para o som característico de Summoning. As guitarras são menos proeminentes, dando espaço para teclados e atmosferas densas. O álbum é uma homenagem à cidade sombria de Minas Morgul, com faixas como "The Passing of the Grey Company" e "Marching Homewards" destacando-se pela grandiosidade e melancolia.

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Dol Guldur (1996) (Ver análise detalhada)

Estilo: Black metal atmosférico.

Comentário: Considerado um dos melhores trabalhos da banda, Dol Guldur aprofunda a atmosfera épica e medieval. As composições são mais longas e complexas, com teclados dominando o som. Destaques incluem "Nightshade Forests" e "Kôr", que transportam o ouvinte para as terras sombrias da Terra-média.

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EP / Nightshade Forest (1997) (Ver análise detalhada)

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Stronghold (1999) (Ver análise detalhda)

Estilo: Black metal atmosférico.

Comentário: Stronghold é um marco na carreira da banda, consolidando seu estilo único. O álbum é uma jornada épica através de paisagens tolkienianas, com faixas como "Long Lost to Where No Pathway Goes" e "The Glory Disappears" mostrando a maestria de Summoning em criar atmosferas imersivas.

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Let Mortal Heroes Sing Your Fame (2001) (Ver análise detalhda)

Estilo: Black metal atmosférico.

Comentário: Este álbum traz uma produção mais limpa e uma abordagem ainda mais épica. As letras celebram heróis e batalhas lendárias, com destaque para "South Away" e "Farewell", que combinam grandiosidade e melancolia de forma magistral.

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Oath Bound (2006) (Ver análise detalhda)

Estilo: Black metal atmosférico.

Comentário: Oath Bound é um álbum ambicioso, com faixas longas e complexas que exploram temas de juramentos e destinos. "Bauglir" e "Land of the Dead" são destaques, com suas atmosferas densas e narrativas épicas.

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Old Mornings Dawn (2013) (Ver análise detalhada)

Estilo: Black metal atmosférico.

Comentário: Após um hiato de sete anos, Summoning retorna com um álbum que mantém a essência da banda enquanto introduz novos elementos. "Flammifer" e "The White Tower" são faixas que exemplificam a capacidade da banda de evocar imagens de um passado mítico.

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With Doom We Come (2018)

Estilo: Black metal atmosférico.

Comentário: O álbum mais recente da banda continua a tradição de criar paisagens sonoras épicas. Com faixas como "Tar-Calion" e "Silvertine", With Doom We Come é uma celebração do legado de Summoning e do universo de Tolkien.

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Legado e Influência

Summoning é uma banda única no cenário do black metal, criando um som que transcende o gênero e se torna uma experiência imersiva. Sua dedicação ao universo de Tolkien e sua habilidade em criar atmosferas épicas e melancólicas garantem seu lugar como uma das bandas mais influentes e reverenciadas do metal atmosférico. Para os fãs de fantasia e música sombria, Summoning é uma jornada inesquecível através das terras míticas da Terra-média.


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OATH BOUND (2006) / 6º ÁLBUM DA BANDA AUSTRÍACA SUMMONING


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O álbum Oath Bound, lançado em 2006 pela banda austríaca Summoning, é uma obra-prima do black metal atmosférico, fortemente influenciado pela mitologia de J.R.R. Tolkien. O álbum é uma jornada épica, repleta de camadas sonoras densas, melodias hipnóticas e uma atmosfera que transporta o ouvinte para os mundos fantásticos descritos nas obras do autor. 

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FAIXAS

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1."Bauglir" 2:58

2."Across the Streaming Tide" 10:20

3."Mirdautas Vras" ("A Good Day to Kill") (Protector, Silenius, Stefan Huber) 8:13

4."Might and Glory" 8:26

5."Beleriand" 9:27

6."Northward" 8:39

7."Menegroth" 8:12

8."Land of the Dead" 12:50

Duração total    : 69:08

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COMENTÁRIOS DAS FAIXAS DO ÁLBUM

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1. "Bauglir" (2:58)

A abertura do álbum é instrumental e serve como uma introdução atmosférica ao universo de Oath Bound. O nome "Bauglir" é uma referência a Morgoth, o grande inimigo na mitologia de Tolkien. A faixa é sombria e misteriosa, com sintetizadores que criam uma aura épica e melancólica, preparando o terreno para o que está por vir.

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2. "Across the Streaming Tide" (10:20)

Esta faixa é uma das mais longas e impressionantes do álbum. Com uma estrutura que se desenvolve lentamente, a música combina batidas tribais, teclados majestosos e vocais guturais que ecoam como se fossem cantos ancestrais. A letra evoca imagens de jornadas épicas e batalhas lendárias, típicas do universo tolkieniano. A atmosfera é grandiosa e envolvente, como se o ouvinte estivesse atravessando um mar infinito rumo a terras desconhecidas.

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3. "Mirdautas Vras" ("A Good Day to Kill") (8:13)

O título em élfico significa "Um Bom Dia para Matar", e a faixa reflete essa ideia de guerra e conflito. A música é mais agressiva em comparação com as anteriores, com riffs de guitarra mais presentes e um ritmo acelerado. Os vocais são ásperos e poderosos, enquanto os teclados adicionam uma camada melódica que contrasta com a ferocidade geral da faixa. É uma das mais intensas do álbum.

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4. "Might and Glory" (8:26)

Esta faixa é uma celebração épica de poder e heroísmo. Os teclados dominam a composição, criando uma atmosfera triunfal e majestosa. A bateria programada, característica do Summoning, mantém um ritmo constante, enquanto os vocais ecoam como se fossem gritos de guerra. A música transmite uma sensação de grandeza e vitória, como se estivéssemos testemunhando o auge de uma batalha lendária.

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5. "Beleriand" (9:27)

Beleriand é uma região central na mitologia de Tolkien, e esta faixa captura a essência mística e trágica desse lugar. A música é lenta e melancólica, com teclados que criam uma atmosfera etérea e introspectiva. Os vocais são mais suaves e distantes, quase como sussurros que contam histórias de um passado perdido. É uma das faixas mais emocionais e atmosféricas do álbum.

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6. "Northward" (8:39)

"Northward" é uma jornada musical que evoca a sensação de uma longa viagem rumo ao desconhecido. A faixa é construída em torno de uma melodia repetitiva e hipnótica, com teclados que imitam o som de ventos gelados e paisagens desoladas. A bateria mantém um ritmo constante, como passos firmes em uma marcha interminável. A atmosfera é fria e introspectiva, perfeita para uma viagem ao norte mítico.

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7. "Menegroth" (8:12)

Menegroth, a "Mil Cavernas", é um reino élfico na mitologia de Tolkien, e esta faixa captura a beleza e a grandiosidade desse lugar. A música é majestosa e melódica, com teclados que criam uma sensação de vastidão e mistério. Os vocais são profundos e ecoantes, como se estivessem sendo entoados nas profundezas de uma caverna. A faixa é uma das mais atmosféricas e envolventes do álbum.

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8. "Land of the Dead" (12:50)

A faixa final é a mais longa e ambiciosa do álbum. "Land of the Dead" é uma jornada épica que combina todos os elementos que fazem do Summoning uma banda única: teclados atmosféricos, vocais guturais, batidas tribais e uma sensação de grandiosidade sem fim. A música evolui lentamente, criando uma narrativa sonora que parece contar a história de um reino perdido ou de uma batalha final. É um fechamento perfeito para o álbum, deixando o ouvinte imerso em um estado de contemplação e admiração.

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Considerações Finais:

Oath Bound é um álbum que transcende o black metal tradicional, mergulhando em uma experiência sonora que é tanto épica quanto introspectiva. O uso de teclados, a produção atmosférica e as referências à mitologia de Tolkien criam uma obra que é única e atemporal. Cada faixa contribui para a narrativa geral do álbum, transportando o ouvinte para um mundo de fantasia, heroísmo e melancolia. É um álbum essencial para fãs de metal atmosférico e para aqueles que apreciam a riqueza da mitologia tolkieniana.

 

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LET MORTAL HEROES SING YOUR FAME (2001) / 5º ÁLBUM DA BANDA AUSTRÍACA SUMMONING

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O álbum lançado pela banda Summoning em 2001 é intitulado "Let Mortal Heroes Sing Your Fame", um marco no estilo de black metal épico e atmosférico que a banda austríaca consolidou ao longo de sua carreira. O álbum é uma jornada imersiva, repleta de atmosferas grandiosas, temas inspirados na obra de J.R.R. Tolkien e uma produção que combina elementos medievais, ambientais e metálicos. 

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FAIXAS DO ÁLBUM

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1."A New Power Is Rising"4:08
2."South Away"6:04
3."In Hollow Halls Beneath the Fells"8:56
4."Our Foes Shall Fall"7:01
5."The Mountain King's Return"8:53
6."Runes of Power"5:51
7."Ashen Cold"6:16
8."Farewell"9:19
Duração Total :56:23

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1. "A New Power Is Rising" (4:08)

A abertura do álbum já estabelece o tom épico e majestoso que permeia toda a obra. A faixa começa com uma atmosfera densa, com teclados evocativos e vocais guturais que transportam o ouvinte para um mundo de fantasia. A letra, inspirada em "O Senhor dos Anéis", fala sobre a ascensão de um novo poder, e a música reflete isso com uma construção gradual e poderosa. É uma introdução perfeita para o que está por vir.
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2. "South Away" (6:04)

Essa faixa traz uma melodia mais melancólica, com teclados que lembram paisagens vastas e solitárias. A percussão programada, característica do Summoning, cria um ritmo quase hipnótico, enquanto os vocais ecoam como se fossem gritos vindos de uma distância imensurável. A sensação de jornada e movimento é palpável, como se o ouvinte estivesse viajando para terras desconhecidas.
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3. "In Hollow Halls Beneath the Fells" (8:56)

Uma das faixas mais longas e atmosféricas do álbum, esta música é uma imersão total em um mundo sombrio e misterioso. Os teclados são o destaque, criando uma sensação de grandiosidade e mistério. A progressão lenta e constante da música é como uma descida às profundezas de cavernas escuras, com os vocais guturais adicionando uma camada de escuridão e poder. É uma experiência quase meditativa.
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4. "Our Foes Shall Fall" (7:01)

Aqui, o álbum ganha um tom mais belicoso e triunfante. A percussão é mais marcante, e os teclados criam uma atmosfera de batalha épica. A letra, mais uma vez inspirada em Tolkien, fala sobre a derrota dos inimigos e a vitória do bem sobre o mal. A música é uma celebração da resistência e da glória, com uma energia que cativa o ouvinte.
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5. "The Mountain King's Return" (8:53)

Essa faixa é uma das mais icônicas do álbum, com uma melodia de teclado que é ao mesmo tempo sombria e triunfante. A sensação de retorno e reconquista é forte, como se um grande rei estivesse reivindicando seu trono após uma longa ausência. A estrutura da música é complexa, com várias camadas de som que se entrelaçam para criar uma experiência épica e emocionante.
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6. "Runes of Power" (5:51)

Uma faixa mais curta, mas não menos impactante. Os teclados dominam a música, criando uma atmosfera mística e ancestral. A letra fala sobre runas e poderes antigos, e a música reflete isso com uma sensação de magia e mistério. A percussão programada mantém um ritmo constante, enquanto os vocais guturais adicionam uma camada de escuridão.
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7. "Ashen Cold" (6:16)

Como o título sugere, essa faixa traz uma atmosfera fria e melancólica. Os teclados são mais suaves e introspectivos, criando uma sensação de desolação e tristeza. A música é como um lamento, com os vocais guturais ecoando como gritos de dor. É uma das faixas mais emocionais do álbum, mostrando a capacidade do Summoning de transmitir sentimentos profundos através de sua música.
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8. "Farewell" (9:19)

A faixa final do álbum é uma despedida épica e emocionante. Com quase dez minutos de duração, ela encapsula todos os elementos que tornam o Summoning único: teclados grandiosos, percussão hipnótica, vocais guturais e uma atmosfera que transporta o ouvinte para outro mundo. A música começa de forma suave e vai crescendo em intensidade, terminando com uma sensação de conclusão e transcendência. 
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Considerações Finais:

"Let Mortal Heroes Sing Your Fame" é um álbum que consolida o Summoning como um dos nomes mais importantes do black metal atmosférico e épico. Cada faixa é uma peça de um quebra-cabeça maior, criando uma narrativa musical que combina elementos de fantasia, escuridão e triunfo. A produção, embora deliberadamente crua em alguns aspectos, serve para reforçar a atmosfera medieval e ancestral que a banda busca transmitir. Para fãs de Tolkien, black metal e música atmosférica, este álbum é uma obra-prima indispensável.


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domingo, 9 de março de 2025

STRONGHOLD (1999) / 4º ÁLBUM DA BANDA AUSTRÍACA SUMMONING

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Stronghold, lançado em 1999, é um dos álbuns mais icônicos da banda austríaca Summoning, conhecida por sua abordagem única ao black metal atmosférico, combinando elementos épicos, ambientais e medievais. O álbum é uma jornada sonora que transporta o ouvinte para um mundo de fantasia, inspirado principalmente nas obras de J.R.R. Tolkien, como O Senhor dos Anéis. A atmosfera sombria, as texturas densas e os vocais guturais criam uma experiência imersiva que reflete temas de batalhas, paisagens desoladas e mitologias antigas.

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BREVE ANÁLISE DAS FAIXAS

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1. "Rhûn" (3:25)

Abertura instrumental, "Rhûn" estabelece o tom épico do álbum. O nome refere-se a uma região distante e misteriosa na Terra Média, e a música captura essa sensação de vastidão e mistério. Os teclados evocam uma atmosfera medieval, enquanto os tambores ecoam como marchas distantes. É uma introdução poderosa que prepara o ouvinte para a jornada que está por vir.

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2. "Long Lost to Where No Pathway Goes" (7:23)

Esta faixa é uma das mais emblemáticas do álbum. A combinação de vocais guturais, teclados melódicos e percussão tribal cria uma sensação de desolação e aventura. A letra, inspirada em Tolkien, fala de lugares esquecidos e jornadas sem retorno. A estrutura da música é cíclica, com camadas que se sobrepõem, criando uma sensação de movimento constante.

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3. "The Glory Disappears" (7:49)

Uma faixa melancólica e introspectiva, "The Glory Disappears" reflete sobre a passagem do tempo e a perda de grandiosidade. Os teclados são predominantes, criando uma atmosfera etérea, enquanto os vocais ecoam como lamentações distantes. A música é uma meditação sobre o declínio de reinos e a inevitabilidade da decadência.

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4. "Like Some Snow-White Marble Eyes" (7:19)

O título poético desta faixa sugere uma imagem de beleza fria e imponente. A música é construída sobre uma base de teclados hipnóticos e percussão ritualística, com vocais que parecem emergir de um abismo. A atmosfera é ao mesmo tempo sombria e majestosa, evocando paisagens geladas e estátuas antigas.

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5. "Where Hope and Daylight Die" (6:28)

Esta faixa é uma das mais sombrias do álbum, com uma atmosfera opressiva e desesperançosa. Os teclados criam uma sensação de claustrofobia, enquanto os vocais guturais reforçam a sensação de desespero. A letra fala de um lugar onde a luz e a esperança são extintas, refletindo temas de desolação e fim.

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6. "The Rotting Horse on the Deadly Ground" (8:25)

Com um título visceral, esta faixa é uma das mais intensas do álbum. A percussão é mais proeminente, criando um ritmo quase marcial, enquanto os teclados adicionam camadas de melancolia. A música evoca imagens de batalhas perdidas e campos de morte, com uma atmosfera que é ao mesmo tempo épica e funesta.

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7. "The Shadow Lies Frozen on the Hills" (7:01)

Esta faixa tem uma atmosfera mais lenta e contemplativa, com teclados que imitam coros celestiais e percussão que ecoa como trovões distantes. A música transmite uma sensação de imobilidade e frieza, como se o tempo tivesse parado. Os vocais são mais soturnos, complementando a atmosfera gélida.

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8. "The Loud Music of the Sky" (6:47)

Uma das faixas mais atmosféricas do álbum, "The Loud Music of the Sky" combina teclados expansivos com percussão minimalista. A música parece flutuar, criando uma sensação de vastidão e infinitude. Os vocais são quase sussurrados, como se fossem parte do vento. É uma experiência meditativa que convida à introspecção.

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9. "A Distant Flame Before the Sun" (9:43)

A faixa final é um épico de quase 10 minutos, servindo como um fechamento grandioso para o álbum. A música começa de forma suave, com teclados melódicos, e gradualmente se intensifica, incorporando percussão poderosa e vocais guturais. A letra fala de uma chama distante, simbolizando esperança ou talvez um último suspiro de resistência. A música termina de forma triunfante, mas com um toque de melancolia, deixando o ouvinte em um estado de reflexão.

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Conclusão:

Stronghold é um álbum que transcende o black metal tradicional, criando uma experiência sonora única que combina elementos épicos, medievais e ambientais. Cada faixa é uma peça de um quebra-cabeça maior, contribuindo para uma narrativa coesa que reflete temas de perda, desolação e grandiosidade. A produção é densa e atmosférica, com teclados e percussão trabalhando em harmonia para criar paisagens sonoras imersivas. Para os fãs de Summoning e de música épica em geral, Stronghold é uma obra-prima que continua a ressoar décadas após seu lançamento.


NIGHTSHADE FORESTS (1997) / EP DA BANDA AUSTRÍACA SUMMONING

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"Nightshade Forests" da banda austríaca Summoning, lançado em 1997, é um EP que marca uma fase de transição e experimentação na carreira da banda. Composto por quatro faixas, o álbum expande o som épico e atmosférico que o Summoning já vinha desenvolvendo, mas com uma abordagem mais sombria e minimalista. Aqui está uma análise detalhada de cada faixa:

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BREVE ANÁLISE DAS FAIXAS

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1. "Mirkwood"

Análise: A faixa de abertura é uma jornada atmosférica que transporta o ouvinte para as florestas sombrias da Terra Média, inspirada diretamente na floresta de Mirkwood, de O Senhor dos Anéis. A música é construída sobre camadas densas de teclados, criando uma atmosfera melancólica e misteriosa. As guitarras distorcidas estão em segundo plano, enquanto os vocais guturais de Protector ecoam como murmúrios sombrios. A percussão é minimalista, mas eficaz, mantendo um ritmo lento e ritualístico.

Destaque: A ambientação é o ponto alto, com os teclados evocando uma sensação de vastidão e perigo.

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2. "Flesh and Blood"

Análise: Esta faixa é mais agressiva em comparação com as outras do álbum, com guitarras mais presentes e um ritmo mais acelerado. A letra aborda temas de guerra e mortalidade, típicos do universo mitológico que o Summoning explora. Os vocais de Silenius são mais proeminentes aqui, com um tom desesperado e urgente. Apesar da maior intensidade, a atmosfera épica e melancólica da banda permanece, graças aos teclados que preenchem o fundo da música.


Destaque: A combinação entre a agressividade das guitarras e a grandiosidade dos teclados cria um contraste poderoso.

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3. "Habbanan Beneath the Stars"

Análise: Uma das faixas mais atmosféricas do álbum, "Habbanan Beneath the Stars" é uma peça quase instrumental, com foco total na ambientação. Os teclados dominam a música, criando uma sensação de vastidão cósmica e introspecção. A letra, inspirada no universo de Tolkien, fala sobre um reino mítico sob as estrelas. A percussão é quase inexistente, dando espaço para os sons etéreos e melancólicos dos teclados.


Destaque: A atmosfera onírica e introspectiva, que convida o ouvinte a se perder em um mundo imaginário.

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4. "Kortirion Among the Trees"

Análise: A faixa final do álbum é uma obra-prima de ambientação e storytelling musical. Inspirada no poema de Tolkien, a música é uma ode à cidade élfica de Kortirion. Os teclados são melódicos e tristes, enquanto os vocais guturais de Protector adicionam uma camada de escuridão. A música é longa e envolvente, com uma estrutura que flui como uma narrativa épica. A percussão é usada de forma esparsa, mas eficaz, para enfatizar momentos-chave da música.

Destaque: A capacidade da banda de criar uma narrativa musical tão vívida e emocionalmente carregada.

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"Nightshade Forests" é um EP que mostra o Summoning refinando sua fórmula única de black metal atmosférico e épico. As faixas são mais longas e focadas na ambientação, com menos ênfase em riffs de guitarra e mais nos teclados e na criação de atmosferas densas e imersivas. O álbum é uma ponte entre o som mais cru dos primeiros trabalhos da banda e a abordagem mais polida e épica que viria em álbuns como "Stronghold" (1999).


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DOL GULDUR / 3º ÁLBUM DA BANDA SUMMONING


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Dol Guldur é o terceiro álbum do Summoning lançado em 1997 e marca um afastamento ainda maior do black metal tradicional em direção a um som mais ambiente e atmosférico. A banda abraça teclados densos, percussão minimalista e vocais guturais ecoados, criando uma atmosfera que parece transportar o ouvinte para as paisagens sombrias e majestosas da Terra-média.

Este álbum representa a consolidação do estilo único da banda, que combina elementos de black metal atmosférico com dungeon synth, criando uma experiência sonora épica e imersiva profundamente inspirada na obra de J.R.R. Tolkien. O título do álbum refere-se à fortaleza sombria de Dol Guldur, localizada na Floresta das Trevas, e cada faixa do álbum contribui para construir uma narrativa sonora que evoca o universo mitológico de Tolkien.

Dol Guldur frequentemente é considerado um marco no gênero dungeon synth e uma referência para bandas que buscam criar música atmosférica com temáticas épicas e fantásticas.

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ObsDungeon synth é um gênero de música eletrônica que mescla elementos de black metal e dark ambient. O estilo surgiu no início dos anos 1990, predominantemente entre os membros da cena black metal norueguesa inicial.

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BREVE ANÁLISE DAS FAIXAS

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1. "Angbands Schmieden" ("Forges of Angband") (3:30)

Análise: A abertura do álbum é instrumental e cria uma atmosfera grandiosa e sombria, com teclados que evocam a forja de Angband, a fortaleza de Morgoth. A música é lenta e majestosa, preparando o ouvinte para a jornada épica que se segue.

Destaque: A ambientação é imersiva, com uma sensação de poder e escuridão.

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2. "Nightshade Forests" (10:49)

Análise: Esta faixa traz os vocais guturais característicos do black metal, combinados com teclados atmosféricos e percussão marcante. A música evoca a escuridão e o mistério das florestas sombrias de Tolkien.

Destaque: A combinação entre a agressividade do black metal e a atmosfera épica dos teclados cria uma sensação de perigo e mistério.

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3. "Elfstone" (10:51)

Análise: Uma das faixas mais melódicas do álbum, "Elfstone" é uma homenagem à pedra élfica, um símbolo de esperança e luz. Os teclados dominam a composição, com melodias que alternam entre melancolia e beleza.

Destaque: A melodia principal é cativante e emocional, criando uma sensação de nostalgia e esperança.

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4. "Khazad Dûm" (10:58)

Análise: Referenciando as minas de Khazad Dûm, esta faixa é uma das mais intensas do álbum. Os vocais são agressivos, e os teclados criam uma atmosfera caótica e dramática.

Destaque: A sensação de batalha e destruição é transmitida de forma vívida.

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5. "Kôr" (11:00)

Análise: Esta faixa é mais lenta e introspectiva, com teclados que evocam a antiga cidade élfica de Kôr. A música é hipnótica e transporta o ouvinte para um mundo de beleza e tristeza.

Destaque: A ambientação é o ponto forte, com uma sensação de perda e grandiosidade.

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6. "Wyrmvater Glaurung" (3:05)

Análise: Esta faixa é uma homenagem a Glaurung, o primeiro dos dragões de Morgoth. A música é densa e opressiva, com teclados que criam uma atmosfera de poder e terror.

Destaque: A combinação entre os elementos de black metal e a ambientação épica é particularmente eficaz aqui.

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7. "Unto a Long Glory..." (9:37)

Análise: A penúltima faixa do álbum é uma epopeia sonora que resume a temática do disco. Com mais de 9 minutos de duração, a música alterna entre momentos calmos e intensos, com teclados majestosos e vocais guturais.

Destaque: A grandiosidade e a complexidade da faixa a tornam um fecho perfeito para o álbum.

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8. "Over Old Hills" (8:58)

Análise: Esta faixa é uma versão estendida e mais elaborada de "Kôr". Esta versão traz mais camadas de teclados e uma atmosfera ainda mais densa e hipnótica.

Destaque: A progressão lenta e majestosa da música reflete a grandiosidade da narrativa tolkieniana.


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